Sentado no escuro, onde não posso esquecer.
Que talvez todos os meus desejos não cheguem lá.
Outras histórias sobre balas e fé...
Eu não posso voltar, eu não posso voltar...
Você nem me olha mais quando eu tento dizer
Que o meu contrato de emoções venceu.
E tudo parece tão distante, o outo "eu" está morto.
Ah! As vozes na minha cabeça, não, elas não mentem
Talvez eu nasça de novo, talvez nunca sobreviva.
Tatuagens mortas em meu corpo...
Tatuagens mortas em meu corpo...
E é tão dificil quando digo, que estar tão sozinho é estranho
Mas tenho que conseguir, ah, minhas unicas cicatrizes....
Elas não permitam que eu dure muito tempo.
Elas não me deixam estar errado.
Elas nunca mentem.
Talvez nasça de novo, talvez nunca sobreviva.
Feridas mortas em meu corpo...
Feridas mortas em meu corpo...
E a visão começa a escurecer, dedos mortos em minhas veias...
E se quiséssemos parar o tempo?
sexta-feira, 1 de maio de 2009
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Coisas que eu queria dizer.
Eu queria poder dizer, tudo o que sinto, tudo o que desejo, tudo o que penso...
"- Bem, eu queria te falar uma coisa, gostaria de poder expressar tudo o que sinto por você, dizer o quão você é essencial pra min, e afirmar a idéia de que sem você não há vida, não digo que irei me matar, nem morrer apenas porque você não me ama, mais viver sem ter você não é viver; Tudo perde o gosto, o cheiro, as cores, e o que é a vida sem você?Qual é o sentido da vida sem você?
"- E agora, perdido no silêncio da indecisão, não sei tua resposta, não sei se me dirás um simples "não", mas antes que possa dizer algo, deixe eu completar o que estava dizendo; talvez, não devesse ouvir o que estou dizendo, acho que seria melhor pra nós dois, é o que você acha não é?Pois bem, não espero uma resposta tua, algo tão bobo como um "sim ou não", só queria dizer que você foi a melhor pessoa que ja apareceu em minha vida, e talvez, tudo isso, tudo o que tenha sentido/vivido, seja platônico.
"Platônico, até pode ser."
"- Bem, eu queria te falar uma coisa, gostaria de poder expressar tudo o que sinto por você, dizer o quão você é essencial pra min, e afirmar a idéia de que sem você não há vida, não digo que irei me matar, nem morrer apenas porque você não me ama, mais viver sem ter você não é viver; Tudo perde o gosto, o cheiro, as cores, e o que é a vida sem você?Qual é o sentido da vida sem você?
"- E agora, perdido no silêncio da indecisão, não sei tua resposta, não sei se me dirás um simples "não", mas antes que possa dizer algo, deixe eu completar o que estava dizendo; talvez, não devesse ouvir o que estou dizendo, acho que seria melhor pra nós dois, é o que você acha não é?Pois bem, não espero uma resposta tua, algo tão bobo como um "sim ou não", só queria dizer que você foi a melhor pessoa que ja apareceu em minha vida, e talvez, tudo isso, tudo o que tenha sentido/vivido, seja platônico.
"Platônico, até pode ser."
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Um milhão de pessoas iguais a ele.
E tudo assim começa, doce tarde, doce encontro, doces dias, doce vida.
O tempo passa, passa, passa. Para, para, para...
Era perfeito. Ah e como era!
Aquela sensação de que nem todo mundo te odeia, te despreza.
E o tempo vai passando, logo aprende a gostar de verdade, e assim entre risadas, as coisas caminham bem...
Problemas, problemas, problemas.
Veio a Infelicidade:
"-Isso, assim, faça-o sentir um nada"
"-Agora faça-o se sentir um zé ninguém".
"- Faça o sentir que não é bom o bastante"
E logo, ele realmente acha que não é bom o bastante.Talvez não seja mesmo.
E o que é melhor, o que é melhor?Se afastar.
A Infelicidade não tão contente:
"-Isso, agora insulte-o."
"- Faça o realmente se sentir o lixo que ele é."
E agora? E agora?Talvez devemos deixá-lo falar um pouco
"- Eu te tive, te deixei escapar por entre meus dedos, por achar que não era bom o suficiente pra você, e agora o que fazer?
"- Agora é muito tarde pra falar tudo isso, muito tarde."
"- Bem, então não posso fazer nada?"
"- Você não pode simplesmente mudar o sentimento das pessoas."
"- É... Então não posso fazer nada mesmo."
E assim tudo termina, onde nosso personagem principal, não tem final feliz.
Não existe final feliz.
O tempo passa, passa, passa. Para, para, para...
Era perfeito. Ah e como era!
Aquela sensação de que nem todo mundo te odeia, te despreza.
E o tempo vai passando, logo aprende a gostar de verdade, e assim entre risadas, as coisas caminham bem...
Problemas, problemas, problemas.
Veio a Infelicidade:
"-Isso, assim, faça-o sentir um nada"
"-Agora faça-o se sentir um zé ninguém".
"- Faça o sentir que não é bom o bastante"
E logo, ele realmente acha que não é bom o bastante.Talvez não seja mesmo.
E o que é melhor, o que é melhor?Se afastar.
A Infelicidade não tão contente:
"-Isso, agora insulte-o."
"- Faça o realmente se sentir o lixo que ele é."
E agora? E agora?Talvez devemos deixá-lo falar um pouco
"- Eu te tive, te deixei escapar por entre meus dedos, por achar que não era bom o suficiente pra você, e agora o que fazer?
"- Agora é muito tarde pra falar tudo isso, muito tarde."
"- Bem, então não posso fazer nada?"
"- Você não pode simplesmente mudar o sentimento das pessoas."
"- É... Então não posso fazer nada mesmo."
E assim tudo termina, onde nosso personagem principal, não tem final feliz.
Não existe final feliz.
domingo, 26 de outubro de 2008
Eram dois
Foi algo inesperado. Algo que não esperava que acontecesse, e com um simples clicar de botão, ele entrou em sua vida.
Era um típico adolescente, não tão anormal, com amigos e vida social nem um pouco ruim.
Sempre doce com a jovem menina, que por dividir um de seus sobrenomes com o tal, se dizia prima de tal, assim como ele. Eram especiais um para o outro. Mas e depois? Seriam?
Mas como "tudo tem um porém" por problemas ele se afastou de todos e de fato ninguém entendia o que se passava naquela cabeça que já fora cheia de idéias e agora, parecia um grande vazio.
E por mais que ele fizesse isso com ele mesmo, a jovem garota, ainda precisava de sua presença, mesmo que através de uma caixa sem sentimentos. O carinho e afeto sempre teriam de vir dela, não da caixa; por isso não se importava. Não mesmo.
E aí os problemas começam; Logo alguns discutiram com ele, outros o chamam de idiota, e ela o principal motivo por quem ele queria se tornar alguém melhor, logo não se interessava mais por ele.
E o que ela pode fazer com isso? Esperar? Quem sabe... Mas sempre ao lado dele. Mesmo que por uma caixa, a confiança era intensa. E verdadeira... Mas será que era assim para ele também? Ela pensava. Mas não se importava. Apenas se preocupava.
De fato não esquecera de nada daquilo, era como se tudo o que sentisse naquela época, ainda estivesse mais que vivo em seu peito, porém congelado. E logo voltaram a falar com ele, a história foi explicada, e tudo caminhava não como queria, mas como podia aceitar.
E ela se tornara um ponto de desabafo ao começo disso. E de fato, não se importava. Nunca.
E voltaram a se falar, a esperança tomou conta de seu coração. "Nunca é tarde, nunca é tarde."
E em um piscar de olhos, tudo voltara ao que era, doce dejá-vu.
Suas preocupações voltaram, todos tinham mudados, todos eram melhores que ele, ele era o único que não tinha nada para se gabar.
Apenas para si mesmo. Ele ainda era aquele tal... Doce. De fato, fazia diferença na vida da menina... Ela só não sabia se ele percebia.
Queria voltar a ser o melhor, em alguma coisa pelo menos, algo que se orgulhassem, que o admirassem, mais não via nada que o fazia ser melhor que alguém, sabia que a batalha estava perdida, não haveria como ganhar amizade, amor, ou qualquer reconhecimento por mais que desejasse.
E após saber isso, a garota se sentiu em milhares de minúsculos pedaços de vidro, simplesmente quebrados por um único murro. Um murro em seu pequeno coraçãozinho.
Lutou com tudo o que tinha, ele de fato não estaria ali pra perder, por mais que soubesse que o final poderia não ser dos mais felizes, sobretudo para ele.
E voltando ao que foi vivido, – mesmo que por uma caixa – ela nunca deixou de acreditar, que ele conseguiria se ajeitar em sua própria vida, que aos olhos do tal, estava completamente destruída.
Para tudo tinha alguém melhor, alguém que lhe roubara os amigos, que lhe roubara o único sentimento que ele depositava suas esperanças, e acreditava que seria o único que o salvaria. O amor.
Mais uma vez, ele se viu trancado em sua própria solidão, algo que seria irreversível.
E os outros? Onde estão os outros? Aqueles supostos “ladrões” são as únicas pessoas em sua vida?
...O amor... Ele se prendeu tanto a ele... Acreditou tanto, que acabou por esquecer dos outros sentimentos prazerosos que a vida poderia lhe oferecer... Ou talvez quisesse se prender apenas ao amor... E mais uma vez, ele se trancou em sua própria solidão sem querer... Ou quem sabe por puro fetiche!
A dor e a tristeza vão passar... Tudo um dia passa... Se não te matar.
E isso, realmente o matou.
A menina chora.
Agradecimentos Finais:
Gostaria de agrader a minha prima Fefah, que construiu esse texto baseado em algumas citações da minha postagem anterior.
Prima, eu gostaria de agradecer pelo apoio que você tem me dado, nas fases ruins da minha vida =)
Obrigado por tudo, inclusive pelo lindo texto que me fez repensar em voltar a escrever.
Era um típico adolescente, não tão anormal, com amigos e vida social nem um pouco ruim.
Sempre doce com a jovem menina, que por dividir um de seus sobrenomes com o tal, se dizia prima de tal, assim como ele. Eram especiais um para o outro. Mas e depois? Seriam?
Mas como "tudo tem um porém" por problemas ele se afastou de todos e de fato ninguém entendia o que se passava naquela cabeça que já fora cheia de idéias e agora, parecia um grande vazio.
E por mais que ele fizesse isso com ele mesmo, a jovem garota, ainda precisava de sua presença, mesmo que através de uma caixa sem sentimentos. O carinho e afeto sempre teriam de vir dela, não da caixa; por isso não se importava. Não mesmo.
E aí os problemas começam; Logo alguns discutiram com ele, outros o chamam de idiota, e ela o principal motivo por quem ele queria se tornar alguém melhor, logo não se interessava mais por ele.
E o que ela pode fazer com isso? Esperar? Quem sabe... Mas sempre ao lado dele. Mesmo que por uma caixa, a confiança era intensa. E verdadeira... Mas será que era assim para ele também? Ela pensava. Mas não se importava. Apenas se preocupava.
De fato não esquecera de nada daquilo, era como se tudo o que sentisse naquela época, ainda estivesse mais que vivo em seu peito, porém congelado. E logo voltaram a falar com ele, a história foi explicada, e tudo caminhava não como queria, mas como podia aceitar.
E ela se tornara um ponto de desabafo ao começo disso. E de fato, não se importava. Nunca.
E voltaram a se falar, a esperança tomou conta de seu coração. "Nunca é tarde, nunca é tarde."
E em um piscar de olhos, tudo voltara ao que era, doce dejá-vu.
Suas preocupações voltaram, todos tinham mudados, todos eram melhores que ele, ele era o único que não tinha nada para se gabar.
Apenas para si mesmo. Ele ainda era aquele tal... Doce. De fato, fazia diferença na vida da menina... Ela só não sabia se ele percebia.
Queria voltar a ser o melhor, em alguma coisa pelo menos, algo que se orgulhassem, que o admirassem, mais não via nada que o fazia ser melhor que alguém, sabia que a batalha estava perdida, não haveria como ganhar amizade, amor, ou qualquer reconhecimento por mais que desejasse.
E após saber isso, a garota se sentiu em milhares de minúsculos pedaços de vidro, simplesmente quebrados por um único murro. Um murro em seu pequeno coraçãozinho.
Lutou com tudo o que tinha, ele de fato não estaria ali pra perder, por mais que soubesse que o final poderia não ser dos mais felizes, sobretudo para ele.
E voltando ao que foi vivido, – mesmo que por uma caixa – ela nunca deixou de acreditar, que ele conseguiria se ajeitar em sua própria vida, que aos olhos do tal, estava completamente destruída.
Para tudo tinha alguém melhor, alguém que lhe roubara os amigos, que lhe roubara o único sentimento que ele depositava suas esperanças, e acreditava que seria o único que o salvaria. O amor.
Mais uma vez, ele se viu trancado em sua própria solidão, algo que seria irreversível.
E os outros? Onde estão os outros? Aqueles supostos “ladrões” são as únicas pessoas em sua vida?
...O amor... Ele se prendeu tanto a ele... Acreditou tanto, que acabou por esquecer dos outros sentimentos prazerosos que a vida poderia lhe oferecer... Ou talvez quisesse se prender apenas ao amor... E mais uma vez, ele se trancou em sua própria solidão sem querer... Ou quem sabe por puro fetiche!
A dor e a tristeza vão passar... Tudo um dia passa... Se não te matar.
E isso, realmente o matou.
A menina chora.
Agradecimentos Finais:
Gostaria de agrader a minha prima Fefah, que construiu esse texto baseado em algumas citações da minha postagem anterior.
Prima, eu gostaria de agradecer pelo apoio que você tem me dado, nas fases ruins da minha vida =)
Obrigado por tudo, inclusive pelo lindo texto que me fez repensar em voltar a escrever.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
No começo era tudo divertido.
Era um típico adolescente, não tão anormal, com amigos e vida social nem um pouco ruim.
Dica: Pegue alguém cheio de amigos e faça-os com qu odeiem o tal sujeito, sua "vida" será reduzida a nada.
Gostava de coisas comuns, até que um dia a conheceu, sua personalidade diferente das demais, despertava nele, um certo sentimento.
E meses foram passando, eles se aproximando, em seu ponto de vista estava tudo perfeito.
Mas como "tudo tem um porem" por problemas ele se afastou de todos e de fato ninguém entendia o que se passava naquela cabeça que ja fora cheia de idéias e agora, parecia um grande vazio.
Dica:Faça-o perder todos os sonhos, aspirações e esperanças, logo ele estará acabado...
E por ter se afastado de todos, logo quiseram se afastar dele.
E aí os problemas começam; Logo alguns discutiram com ele, outros o chamam de idiota, e ela o principal motivo por quem ele queria se tornar alguém melhor, logo não se interessava mais por ele.
Dica: Coitadinho, coitadinho, coitadinho.
Afinal de tanto saturarem sua cabeça e afirmarem que ele não era bom o suficiente para ela, logo ele começou a acreditar."Uma mentira quando dita muitas vezes..."
E dias foram se passando, logo meses...Segundos, segundos, segundos, minutos minutos.
De fato não esquecera de nada daquilo, era como se tudo o que sentisse naquela época, ainda estivesse mais que vivo em seu peito, porem congelado. E logo voltaram a falar com ele, a história foi explicada, e tudo caminhava não como queria, mas como podia aceitar.
E voltaram a se falar, a esperança tomou conta de seu coração."Nunca é tarde, nunca é tarde."
E em um piscar de olhos, tudo voltara ao que era, doce dejá-vu.
Suas preocupações voltaram, todos tinham mudados, todos eram melhores que ele, ele era o único que não tinha nada para se gabar.
Dica: Uma reviravolta incrivel pra um sujeito que perdeu amor, amizade, esperança e sonhos.
Queria voltar a ser o melhor, em alguma coisa pelo menos, algo que se orgulhassem, que o admirassem, mais não via nada que o fazia ser melhor que alguém, sabia que a batalha estava perdida, não haveria como ganhar amizade, amor, ou qualquer reconhecimento por mais que desejasse.
Dica:E porque deixar de tentar, e quando as pessoas desistem de lutar?
Lutou com tudo o que tinha, ele de fato não estaria ali pra perder, por mais que soubesse que o final poderia não ser dos mais felizes, sobretudo para ele.
A dor e a tristeza vão passar, tudo um dia passa, se não te matar.
Para tudo tinha alguém melhor, alguém que lhe roubara os amigos, que lhe roubara o unico sentimento que ele depositava suas esperanças, e acreditava que seria o unico que o salvaria. O amor.
Mais uma vez, ele se viu trancado em sua própria solidão, algo que seria irreversivel.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Crítica
A gente começa a ouvir e bem..
Até que um momento ou outro acha que o som tá um pouco estranho, a voz tá um pouco rouca, a guitarra um pouco estridente, mas, bem..
A música até que parece ser boa, a letra é interessante e bem construída, a gente continua ouvindo, vai gostando, se apegando, se deixando levar, passa a gostar de verdade, esquece do tempo..
E quando menos percebe a música acaba e a gente ainda querendo mais..
Raro música assim hoje em dia...
Vocês nem imaginam o quanto
Dica: Só substituir "ouvir -> viver/ música -> vida/ ouvindo -> vivendo", o resto se for acrescentado fica a critério de vocês.
Até que um momento ou outro acha que o som tá um pouco estranho, a voz tá um pouco rouca, a guitarra um pouco estridente, mas, bem..
A música até que parece ser boa, a letra é interessante e bem construída, a gente continua ouvindo, vai gostando, se apegando, se deixando levar, passa a gostar de verdade, esquece do tempo..
E quando menos percebe a música acaba e a gente ainda querendo mais..
Raro música assim hoje em dia...
Vocês nem imaginam o quanto
Dica: Só substituir "ouvir -> viver/ música -> vida/ ouvindo -> vivendo", o resto se for acrescentado fica a critério de vocês.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Recompensa
Desde pequeno, queria ser soldado, logo que obteve a idade necessária inscreveu-se.
Foi aceito com as melhores notas, e logo foi se mostrando o melhor de sua unidade.
Logo estava ingressando em missões de salvamento, sendo o melhor combatente, logo foi subindo de patente, recebendo medalhas de condecoração, e sendo requisitado em missões da ONU e também de seu próprio país, sempre demonstrou imenso amor pelo seu país, desde pequeno sonhava em defender seu país, e aquilo era como realizar um sonho, afinal ele estava lutando pelo que julgava ser certo, sem nunca perguntar a si mesmo ou ao seus superiores o porquê de estar fazendo aquilo, afinal o país era mais importante e as ordens que lhe eram passadas deviam ter sido bem analisadas.
Dormia feliz ao saber que fazia de tudo para melhorar o mundo, e por mais problemas que surgiriam, não haveria problema, não é?
Mesmo com sua patente alta, não dispensava estar junto das tropas e participar das missões, e seguia com orgulho, mesmo matando guerrilheiros, terroristas, agitadores, mesmo contra sua vontade, era o que diziam-lhe ser certo, e sempre que um companheiro era atingido, fazia questão de carregá-lo, e não se importava de se sujar com sangue, e seguir com seu heroísmo e sonho de uma quase utopia.
Em meio a uma operação foi surpreendido, e uma bala varou-lhe o peito, inspirado pelo heroísmo que achava ter passado para os demais, pediu ajuda aos companheiros, enquanto seu sangue escorria pelo chão.
Um soldado ajoelhou-se e disse que tudo o que ele sempre havia feito era em vão, e que nada ia mudar o mundo, e que não adiantava lutar contra nada disso, levantou-se e mandou que os outros soldados continuassem a seguir em frente e a combater os inimigos.
E ele ficou ali no chão, esquecido, como se nunca tivesse existido, e toda sua recompensa foi uma breve salva de tiros, e a bandeira de seu país em cima de seu caixão.
Foi aceito com as melhores notas, e logo foi se mostrando o melhor de sua unidade.
Logo estava ingressando em missões de salvamento, sendo o melhor combatente, logo foi subindo de patente, recebendo medalhas de condecoração, e sendo requisitado em missões da ONU e também de seu próprio país, sempre demonstrou imenso amor pelo seu país, desde pequeno sonhava em defender seu país, e aquilo era como realizar um sonho, afinal ele estava lutando pelo que julgava ser certo, sem nunca perguntar a si mesmo ou ao seus superiores o porquê de estar fazendo aquilo, afinal o país era mais importante e as ordens que lhe eram passadas deviam ter sido bem analisadas.
Dormia feliz ao saber que fazia de tudo para melhorar o mundo, e por mais problemas que surgiriam, não haveria problema, não é?
Mesmo com sua patente alta, não dispensava estar junto das tropas e participar das missões, e seguia com orgulho, mesmo matando guerrilheiros, terroristas, agitadores, mesmo contra sua vontade, era o que diziam-lhe ser certo, e sempre que um companheiro era atingido, fazia questão de carregá-lo, e não se importava de se sujar com sangue, e seguir com seu heroísmo e sonho de uma quase utopia.
Em meio a uma operação foi surpreendido, e uma bala varou-lhe o peito, inspirado pelo heroísmo que achava ter passado para os demais, pediu ajuda aos companheiros, enquanto seu sangue escorria pelo chão.
Um soldado ajoelhou-se e disse que tudo o que ele sempre havia feito era em vão, e que nada ia mudar o mundo, e que não adiantava lutar contra nada disso, levantou-se e mandou que os outros soldados continuassem a seguir em frente e a combater os inimigos.
E ele ficou ali no chão, esquecido, como se nunca tivesse existido, e toda sua recompensa foi uma breve salva de tiros, e a bandeira de seu país em cima de seu caixão.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Mesmo que
Escolha bem
Procure achar
Se é que existe
Alguém que realmente te aguente
Capaz de realmente te amar
Mesmo que não acredite
Em amor de verdade em beijo de filme
Tem que haver
Alguém nesse mundo
Que não te despreze
Que não te repulse
Pois mesmo que não acredite
Em conto de fada em beijo de filme
Tem que haver
Alguém pra te amar
É mesmo?
Musica: Beijo de filme - Moptop. Fiz algumas leves alterações, caso não entendam.
Procure achar
Se é que existe
Alguém que realmente te aguente
Capaz de realmente te amar
Mesmo que não acredite
Em amor de verdade em beijo de filme
Tem que haver
Alguém nesse mundo
Que não te despreze
Que não te repulse
Pois mesmo que não acredite
Em conto de fada em beijo de filme
Tem que haver
Alguém pra te amar
É mesmo?
Musica: Beijo de filme - Moptop. Fiz algumas leves alterações, caso não entendam.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Soluções
Ou eu mato o mundo.
Ou o mundo me mata
Ou eu me mato...
Quem nunca pensou nisso?
Quem se importa?
Ou o mundo me mata
Ou eu me mato...
Quem nunca pensou nisso?
Quem se importa?
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